terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Sensação,o que foi...

Compreendo
Como você ficou depois do toque
Foi seu olhar e minhas mãos que nos descobriu, um ao outro.
Descoberta essa que em trouxe seu paço
Descoberta, assim não sou mas eu,quem pinta meus olhos segundo o que vai ficar em você
Você pode me pintar agora
Descoberta, não pinto mas nada de mim, em mim.
Descobre! Assim você sai..
Singelo como grande porção das referencias que nos fazem feliz.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

TRACTOS

O tempo me pesquisa em sua calma...

O trágico distino ironico se reteme a esse tempo causando desencontros entre meus elos de paz.

A paz singular, mora num tempo relativo, onde não sei mas chegar.

E esse tempo embaralha/brinca com minhas antenas, deleta os meus botões.

O tempo depõe contra

Não dialogo tão facilmente com os outros tempos...

Mas que tempo adverso é esse?

A dinamica do tempo é passar

PASSE.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Por muito

As pessoas, colocam seus instintos, tão escuramente guardados, como tais grandes e proibidas vontades.
Mas do que é feito então, a vida?
A não ser do que viver o que se quer.
Querer, e ter o que se quer.
Querer, e ser o que se quer ser.
Frustração apaga aos poucos
Um pouco a cada dia.
Quando notar até o reflexo mais intimo se desfalece.
Um pouco,e pouco a pouco a cada dia.
Finda então no pouco
Virou pouco
Você é pouco agora.
Quero
Tenho
E sou
Um pouco mais a cada dia.
Mais um pouco por favor
Mais copo por favor?

sábado, 1 de novembro de 2008

Calmo

È um caso leve
Um saber sutil
Como cheirar mãos que afagam flores
É agradavel e fino
Um semblante a meia luz
Seu reflexo distraido e doce
Um toque ao rosto em dias de sono profundo
Onde a todo hoje pergunta-se a si proprio
Se houve sonho?

domingo, 31 de agosto de 2008

Assim

Será
E deitada a beleza em meu colo, senti o quanto amarga ela é.

E vi, o quão próximo ficamos quando o que sente, ausente de desejos e prazeres...
Estou aqui somente.
O seu eu, e algumas grandes letras para me fazer mais vivo, neste hoje cinza que reflete a falta das coisas que tão tolamente me leva a crer em satisfação.

Da ponte lhe vejo, foi inútil querer as ações de hoje.
São só seus olhos grandes a me ver, e isso já basta.

Satisfez

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Pontos

sem muita poesia.

quero deixar-te agora.

Por que nem ha mais do que se desfazer.

então sem fim.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Muitos Sambas

Início agora.

O tempo andou me pesquisando em sua calma.

Acalma.

Luz de encantamento.

Feliz agora.

Fez-se.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Sartel

É o que move
È a vida dos movimentos internos

Ebulição dos fonemas
Do primeiro fonema
A contextualização do fonema

Um pulso
Arcaico, forte e longo
Que discorre nos dedos
Que move os dedos

Pulsos, impulsos
Fragmento
Eu agora assim:
Átomo de mim
Palavra

Amigo

"Se os olhos do sol existissem
Brilhariam a sua luz diretamente para a beleza de quem ama
Pois quem realmente iria achá-lo feio?
Somente quem nunca amou
Não reconheceria a beleza do amor que existe debaixo do sol."

Joao d.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Refri.

E por cima, ninguem merece corante gaseificado com poluição sonora, guiada pelo nome "música".
Música?
Por anda o bom senso...
"chupa que é de uva"
" senta que é menta"
E você se pergunta:
" é muita inspiração?"...

Ao menos serve pra refletir..

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Poeminha

Um poema de amor

todas as mulheres
todos os beijos delas as
formas variadas
como amam
e falam e carecem.
suas orelhas elas todas têm
orelhas e
gargantas
e vestidos
e sapatos e
automóveis e
ex-maridos.

principalmente
as mulheres são muito quentes
elas me lembram a
torrada amanteigada
com a manteiga derretida nela.
há uma aparência no olho:
elas foram tomadas,
foram enganadas. não sei mesmo o que fazer
por elas.
sou um bom cozinheiro
, um bom ouvinte
mas nunca aprendi a dançar
— eu estava ocupado com coisas maiores.
mas gostei das camas variadas
lá delas
fumar um cigarro
olhando pro teto.
não fui nocivo nem desonesto.
só um aprendiz.

sei que todas têm pés
e cruzam descalças
pelo assoalho
enquanto observo
suas tímidas bundas na penumbra.
sei que gostam de mim
algumas até me amam
mas eu amo só umas poucas.
algumas me dão laranjas
e pílulas de vitaminas;
outras falam mansamente
da infância e pais e paisagens;
algumas são quase malucas
mas nenhuma delas é desprovida de sentido;
algumas amam bem,
outras nem tanto;
as melhores no sexo
nem sempre são as melhores em outras coisas;
todas têm limites
como eu tenho limites
e nos aprendemos rapidamente.
todas as mulheres
todas as mulheres
todos os quartos de dormir
os tapetes
as fotos
as cortinas,
tudo mais ou menos
como uma igreja só
raramente se ouve uma risada.
essas orelhas
esses braços
esses cotovelos
esses olhos olhando,
o afeto e a
carência
me sustentaram,
me sustentaram.


C. Bucowski

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Rotina

Um monte de coisa de nenhuma.

C. Bukowski

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Re.

No Centro( Balé), mas quero meu carro, mas quero ensaio, mas quero dente, sorriso aberto sempre.

A cidade em sua grandeza, aproxima e afasta, por ter muito e pouco ao mesmo... Mesmo?!!!

Aqui sobra, ultrapassa, passou... passa á ser falta

O rio transborda de excessos

Sobrou foco, dialeto, diálogo

Sobrou menor, menos, diminutivo

A cidade repele. Une os repelidos, pinta as suas faltas com cores bordadas de “SIM”.

Aqui se quer tudo, pode tudo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Café expresso

Foi só criação, imagem criada

Por palavras que inventaram você, e só, nada mais

Mas não é vazio

Mas também não importa muito, alias a importância que as coisas( pessoas) tem, é você próprio que a elas da.

Sabe aquele "chazinho", que em meio tempo se foi?

domingo, 22 de junho de 2008

Que se sinta

Só quero respirar os meus "amores" de primavera ao seu lado.

Assim sabendo que aquela melodia antiga(marchinha, talvez) que canta aos meus ouvidos, trara saudades futuras das coisas que vivo hoje.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

A.

Adorável: Não conseguindo nomear a especialidade do seu desejo pelo ser amado, o sujeito apaixonado chega a essa palavra um pouco tola: Adorável!


“Num belo dia de outono, saí para fazer compras. Paris estava adorável naquela manhã... etc”.
Um mundo de percepções vem bruscamente formar uma impressão ofuscante(ofuscar é no fundo impedir de ver, de dizer): o tempo, a estação, a luz, a avenida, a caminhada, os parisienses, as compras, tudo isso contido em algo que já tem vocação de lembrança: um quadro, em suma, o hieróglifo da benevolência ( Assim como Greuze o teria pintado), o desejo bem humorado. Paris inteiro á minha disposição, sem que eu queira alcança-lo; nem apita, nem cupidez. Esqueço todo o real que, em Paris, ultrapassa seu charme: a história, o trabalho, o dinheiro, a mercadoria, a dureza das grandes cidades; só vejo nele o objeto de um desejo esteticamente retido. Do alto do Pére-Lachaise, Rastignac desafiava a cidade: Agora, nós dois; eu digo a Paris: Adorável!

R. Barthes.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

TRT 2

“A arte serve para nos lembrar de como a vida deve ser”

Socorro, ao mundo, ao amor, á ética, as palavras bem ditas.
As Socorros, Marias dos Socorros, socorrão ao mundo.
È um socorro baixo, contido, calado, por que são poucos os que sentem
E já se passaram cinco horas na mesma fila ( agora sentada inconfortavelmente)
E a corrupção agora grita, pela boca de uma senhora ( talvez Socorro?) de palavras chulas mas com muito sentido
Ela grita a corrupção pelo corredor com toda a grandeza de sua negação e indignação ao ser corrupto que tão legivelmente vendia sua dignidade a pouco preço

TRT 1

“A arte serve para nos lembrar de como a vida deve ser”

E aqui a corrupção pinta ao lado.
E eu no apse da exaustão física-mental, resolvi não me vender ou melhor não comprá-la
Quatro horas e meia na mesma fila (de pé) para exercer a tão utópica “democracia” do voto obrigatório.
E ainda mesmo assim depois de tantos esforços, um maior: achar a quem creditar a administração dos meus impostos pagos, em linha claras, dar o titulo de político a algum cidadão( acreditando eu inocente no emprego etimológico da palavra ,POLITICA) ou seja o cidadão agindo na cidade( em favor dela? não), mais utópico ainda.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Verdura

Curitiba e Òpera do Malndro no fim de semana...

E por fim chegou, Leminski para olhos para assim sentir.

De repente me lembro do verde.
Da cor verde a mais verde que existe
A cor mais alegre, a cor mais triste
Verde que veste, verde que vestiste
O dia em que te vi
O dia em que me viste
De repente vendi meu filho
Pra uma família americana
Eles tem carro, eles tem grana
Eles tem casa e a grama é bacana
Só assim eles podem voltar
E pegar um sol em copacabana
Pegar um sol em copacabana...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Reclamação Publica.

Muita superioridade abstrata.

Engana-te na tua hipocrisia patológica.

Pobre imbecil.

aos falços de fisiologia/natureza, do dia- dia.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Aff

Ultima aula de técnica vocal e...
Bom não compareceu o quanto deveria e ainda por cima, presença ausente (explicada pela ronquidão).
A soma dos fatores da um calculo resultante de =
Reprovada, em letras minúsculas, por que tudo foi dito com muita convalescença...
E eu no "apse" de toda consciência, nem abalada.
Realmente foi merecido o sermão e singular resultado.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Anda anda.

Digo que estou encantada com uma nova invenção.

Sabe aquela árvore que nem mas o vento passa entre ela e o nada ao seu redor.
E que de seus galhos imaginarios, nem mas fazem nascer suas folhas verdes imaginarias, por que nada ali, nada mas tem vida,nem sua lembraça de dias de sol. Por que não há mas árvore, existe um galho seco, cheio de presunção e ciúme de suas lembraças remotas.

E assim acordei, e o fiz.
Acabou galho. Por que aquele chão ali pede lugar para uma nova vida, por que aquele chão ali já sente até o cheiro verde das novas folhas e o vento soprar o canto lilas do sol.

O cheiro da nova estação.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Hj o Samba sai

Deixe-me ir, preciso andar
Vou por ai a procurar
Sorrir pra nao chorar!
Quero assistir ao sol nascer...


A velha e boa poesia de Cartola.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Uhu

Vou para Curitiba.
ehhhhhhhhh
= )

Singular

E quando se tem tudo, tem tudo a perder.

A manutenção de um certo nível já atingido as vezes é até mais difícil do que a busca, do estado almejado.

Quanto mais eu estudo, mais eu tenho a estudar, e mais eu vejo que nada sei.

Felicidade bate a porta,tudo vai bem e os caminhos tortos não mas existem nos meus dias.

Calda de morango com qualquer coisa = )

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Ali tudo respira, mesmo com toda a minha cólica...

Primeiro encontro de muitos do processo criativo do terceito modelo do Curso Regular de Teatro.Tava ansiosa, para saber quem vai nos dirigir... mas enfim, semanas antes todos já comentavam....e por fim a confirmação.Acho que nada ali e por acaso, éramos 20 e poucos e hoje somos 13, bem cabalístico e bem Zagalo isso né.. ehheh!

O treatro me da possibilidades diarias de viver sensações lindas, e de ter a certeza que tudo pode dar certo no mundo, e que o que realmente importa:?! é o ser humano no meio de todo esse mosaico que chamamos de vida!E isso me leva as velhas dulvidas de sempre que já soam como um cliche.

Que tipo de ser humano quero ser?Isso é bem drama existencialista, mas, calma Kézia... nao esqueça que você ta na Tpm.. ehehhe,e alguns dias e isso passa = )daqui a alguns dias volto a pensar em qualquer coisa e a rir sozinha! e vou achar lindo a mínima coisa que me lembre os dias de primavera na janela do quarto com vista para para as árvores.

Enfim..Foi bom rever todo mundo, foi um sentimento sadio!Sabe aquela saudade de coisa boa.. saudade da sopa do sesc, do porteiro que me da boa noite mesmo em dias de chuva,da biblioteca onde leio a" super interessante" de graça.. eheheh.A rotIna... tava sentindo falta de me dedicar a algo que realmente vale a pena.ah... e hoje nem tenho Elis para escutar, mas outras musicas cantam em mim.Afinal nem só de Elis vivem as pessoas = ).Notei ontem que é preciso esvasiar-se. Não é deixar tudo o que foi aprendido de lado, mas sim somar e sempre dar espaço a outras coisas; novas ou nao; relidas talvez; e criações nossas; tudo vai ser bem vindo.

A febre diz "oi", e mesmo dodoi, ainda quero ir para aula.. para poder respirar ali de novo.

Montagem.

Ali tudo respira, mesmo com toda a minha colica...


Primeiro encontro de muitos do processo criativo do terceito modelo do Curso Regulat de Teatro.
Tava ansiosa, para saber quem vai nos dirigir... mas enfim, semanas antes todos ja comentavam....e por fim a confirmação.
Acho que nada ali e por acaso, eramos 20 e poucos e hj somos 13, bem cabalistico e bem Zagalo isso né.. ehheh!
O treatro me da possibilidades diarias de viver sensaçoes lindas, e de ter a certeza que tudo pode dar certo no mundo, e que oque realmente importa:?! é o ser humano no meio de todo esse mozaico que chamamos de vida!
E isso me leva as velhas dulvidas de sempre que ja soam como um cliche.
Que tipo de ser humano quero ser?
Isso é bem drama existencialista, mas, calma Kézia... nao esquessa que vc ta na Tpm.. ehehhe,e alguns dias e isso passa = )daqui a alguns dias volto a pensar em qualquer coisa e a rir sozinha! e vou achar lindo a mínima coisa que me lembre os dias de primavera na janela do quarto com vista para para as árvores.
Enfim..
Foi bom rever todo mundo, foi um sentimento sadío!
Sabe aquela saudade de coisa bõa.. saudade da sopa do sesc, do porteiro que me da boa noite mesmo em dias de chuva,da biblioteca onde leio a" super interessante" de graça.. eheheh.
A roitna... tava sentindo falta de me dedicar a algo que realmente vale a pena.
ah... e hoje nem tenho Elis para escutar, mas outras musicas cantam em mim.Afinal nem só de Elis vivem as pessoas = ).
Notei ontem que é preciso esvasiar-se. Não é deixar tudo o que foi aprendido de lado, mas sim somar e sempre dar espaço a outras coisas; novas ou nao; relidas talvez; e criações nossas; tudo vai ser bem vindo.


A febre diz "oi", e mesmo dodoi, ainda quero ir para aula.. para poder respirar ali denovo.

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Arvores

Um dos poucos dias em casa, e tudo me faz lembrar de como é bom estar aqui.

Hoje é um daqueles dias que comprovam que ontem não foi tão bom assim, mas nem todos os dias precisam ser bons! Ou seja minha TPM, acena na janela = ). Ah mas que bom, vou passar uma semana de extrema sensibilidade e tudo vai ser muito perto e forte, me fazendo rir ou chorar de qualquer coisa, ou pior ficar no maior abuso do mês. Mas enfim ouço Elis e tudo passa...ela é meu vício auditivo.

E poder acordar tarde, é mais do que poder dormir tarde! Isso sim é bom, já tinha até esquecido.

E oque vai ser valido para hoje, vai ser a espera.
Nada de buscas complexas que exijam de muito esforços. "contenção de energia" para hoje também.

"Já falei com muita gente e escutei
E escutei bem e ouvi muita opiniões.
E ouvi que muitos diziam
O contrário do que antes haviam dito.
E então eu disse a mim: de todas as coisas[certas
A mais certa é a dúvida"


B. B.