sábado, 16 de fevereiro de 2008

Anda anda.

Digo que estou encantada com uma nova invenção.

Sabe aquela árvore que nem mas o vento passa entre ela e o nada ao seu redor.
E que de seus galhos imaginarios, nem mas fazem nascer suas folhas verdes imaginarias, por que nada ali, nada mas tem vida,nem sua lembraça de dias de sol. Por que não há mas árvore, existe um galho seco, cheio de presunção e ciúme de suas lembraças remotas.

E assim acordei, e o fiz.
Acabou galho. Por que aquele chão ali pede lugar para uma nova vida, por que aquele chão ali já sente até o cheiro verde das novas folhas e o vento soprar o canto lilas do sol.

O cheiro da nova estação.

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