Ele quer dizer que o homem não se define por um modelo que o antecede, por uma essência que o caracteriza, nem é apenas o que as circunstâncias fizeram dele. Ele se define pelo lançar-se no futuro, antecipando, através de um projeto, a sua ação consciente sobre o mundo.
È evidente que essa condição de certa forma fragiliza o homem, pois ele perde a segurança caracteristica da vida animal, em harmonia com a natureza. Nada mais se apresenta como absolutamente certo e inquestionável.
Não há caminho feito, mas a fazer, não há modelo de conduta, mas um processo contínuo de estabelecimento de valores. Ao mesmo tempo, isto que parece ser uma fragilidade, é justamente a característica humana mais perfeita e mais nobre: a capacidade do homem de produzir sua própria história.
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