sábado, 28 de fevereiro de 2009

Fragmento

È um pouco estranho essas relações, de como, ou melhor, do como( maneira fugaz)com a qual as coisas acontecem.
Foi como um piscar de olhos e tudo mudou, é como aquela música que não canta mais pro seus ouvidos(singularmente só hoje). Mas você sabe que uma questão de circunstancias, porém essas tais “circunstancias” irritam... não é irritar só, mas estar a dispor delas... ou seja a dispor de terceiros pensamentos absurdamente desnecessários.. não da mesmo.


Aquele que faz o seu caminho.

Pacato, como as vontades, me deixam hoje.

Uma tarde calma de ensaio bem resolvido, porém pouco produtivo, mesmo sabendo e atestando a importância do ato de observar.

Notei o quanto o volume e projeção assim como a energia e principalmente ela, pode prender atenção, mais do que a palavra de fato.
Como íamos ensaiando mais, e cada vez mais, minha insegurança foi passando, nem mais sentia meu abdômen contraído( como logo nas primeiras vezes), e passou a ser uma outra busca, a de aprimorar...



Que por fim produz a imagem do mundo, que é umas das funções poéticas do fazer teatral.


Coisas que li ou escrevi a muito tempo atrás.

Um comentário:

Miguel Pedrosa disse...

É sempre bom dar uma espiada em nosso baú, certamente encontraremos um ar escondido nosso lá dentro; e que ironicamente fomos nós mesmos que o aprisionamos. E fazemos isso o tempo todo com os nossos sentimentos, e parece qye com uma certa dose de brutalidade com alguns escritos... Quando não os rasgamos, os exilamos de nós. Quantos escritos mais tu tens preso em menina? Nossa! Eu tenho um monte deles1 Beijos gigantescos!