segunda-feira, 19 de julho de 2010

Reflexão de 15 para as 11:00.

E esse tal de contar novo que gira tão rapido?
E a doce senhora que tem meu olhos, e por isso nos fazemos iguais,me fala...
- È simples, é o passo do novo tempo.
- Por direito seu, você quem o elege! lembre-se Nina.
A senhora quer dizer que sou eu, quem dito o tempo do contador.

A menina continua sem entender como funciona esse poder todo.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A A

Algo que escuto e reflete um "novo" iterno.

A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer
A barba vai descendo e os cabelos vão caindo pra cabeça aparecer
Os filhos vão crescendo e o tempo vai dizendo que agora é pra valer
Os outros vão morrendo e a gente aprendendo a esquecer
Não quero morrer pois quero ver
Como será que deve ser envelhecer
Eu quero é viver pra ver qual é
E dizer venha pra o que vai acontecer
Eu quero que o tapete voe
No meio da sala de estar
Eu quero que a panela de pressão pressione
E que a pia comece a pingar
Eu quero que a sirene soe
E me faça levantar do sofá
Eu quero pôr Rita Pavone
No ringtone do meu celular
Eu quero estar no meio do ciclone
Pra poder aproveitar
E quando eu esquecer meu próprio nome
Que me chmem de velho gagá
Pois ser eternamente adolescente nada é mais demodé
Com uns ralos fios de cabelo sobre a testa que não para de crescer
Não sei por que essa gente vira a cara pro presente e esquece de aprender
Que felizmente ou infelizmente sempre o tempo vai correr
Não quero morrer pois quero ver
Como será que deve ser envelhecer
Eu quero é viver pra ver qual é
E dizer venha pra o que vai acontecer
Eu quero que o tapete voe
No meio da sala de estar
Eu quero que a panela de pressão pressione
E que a pia comece a pingar
Eu quero que a sirene soe
E me faça levantar do sofá
Eu quero pôr Rita Pavone
No ringtone do meu celular
Eu quero estar no meio do ciclone
Pra poder aproveitar
E quando eu esquecer meu próprio nome
Que me chmem de velho gagá

Arnaldo Antunes.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Sartel

Contendo

Criou-se uma paz contida nos ultimos dias

São tempos bem lúcidos, úteis e cheios de idéias sem prazo de válidade

Criando formas e formalizando o que precisa de peso pratico para existir

Um sorriso aberto, gentileza meu caro

sábado, 5 de setembro de 2009

Rio

É quando se ver, que tudo pode
Poder.
O poder nos traz o que pode ser.
Ser o que podemos ser.
Hoje quero esse verbo, pluralmente
E esculpido em paz.
Teço peças das quais, me torno letras ao meio delas.
É contar a mim mesma os novos cenarios do dia-dia.
São as novas árvores ao fundo de tela que me para o tempo para respirar.
E admiro.
O quanto linda você conseguio ser.
Ali parada com seus varios pulsos
Que se pulsaram tão em par, mutuamente.
E assim ando, continuo, mudou.
E planto suas árvores no meu jardim urbano, dia-dia
Quase como sempre é.

domingo, 10 de maio de 2009

Nós todos

Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.

Que ninguem se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.

Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever. Como começar pelo inicio, se as coisas acontecem antes de acontecer?


Clarice Lispector.

Se as coisas existem antes mesmo de existirem... então tudo já é novo e velho. E como o futuro nunca chega, chega. E... chega logo! É o que temos de fato, e tão felizmente real, ao passo, que é o que se sente pulsar. Simples assim, depois de muito esforço forçado a... simplicidade.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Nayala

Ele quer dizer que o homem não se define por um modelo que o antecede, por uma essência que o caracteriza, nem é apenas o que as circunstâncias fizeram dele. Ele se define pelo lançar-se no futuro, antecipando, através de um projeto, a sua ação consciente sobre o mundo.

È evidente que essa condição de certa forma fragiliza o homem, pois ele perde a segurança caracteristica da vida animal, em harmonia com a natureza. Nada mais se apresenta como absolutamente certo e inquestionável.
Não há caminho feito, mas a fazer, não há modelo de conduta, mas um processo contínuo de estabelecimento de valores. Ao mesmo tempo, isto que parece ser uma fragilidade, é justamente a característica humana mais perfeita e mais nobre: a capacidade do homem de produzir sua própria história.

terça-feira, 10 de março de 2009

Descontração

Feliz, porque a matinal saudação que me fala todos os dias: - Meu cordial bom dia, Mayara
tem um tom leve de boas lembranças.
Feliz, por sentir cheirinho de jasmim em noites de lua cheia ao retorno esperado, e por isso jasmim me acalma com seus bracinhos verdes e delicados.
Feliz, porque a tão esperada paz se mostra cada vez mais perto..."logo ai dentro" alguem me fala isso.
Feliz, porque me importa as pessoas, seus atos, sentimentos,poesias, músicas e meus quadrinhos preferidos( sim também me importam).
Feliz, porque acho engraçado mesmo quando fico triste com o egoismo das pessoas e o quanto podem ser estupidas ao serem egoistas, isso me faz rir porque acho engraçado o quanto elas vão se acharem tolas por não ter notado isso antes, esperando eu, que, ao notarem isso possam ao menos serem gerenozas com elas mesmas, já que não foram com os outros.Egoismo para mim é sinonimo de ausencia de generozidade.Acho tão simples querer para outros o que quero pra mim.
Feliz, porque sei que ainda há mais plantas que me encatam no mundo do que frio e luz artificial.
Feliz, porque consigo ficar triste e chorar quando me sinto magoada por um tom acre de voz tolhido por palavras nada generozas...e mesmo assim, se posso escolher que tipo de sentimento quero alimentar junto a essa voz, decido alimentar generozidade(muito feliz por isso).
Alegre, pelas prazerosas trocas diárias que vão aos poucos virando isso que chamamos de vida.

Feliz...pelo meu meu cordial bom dia.



E passa...

Mesmo com esse tom cinza que minha pele se cobre agora, ainda sei cantar minhas graças
Ativa
Passiva no que quero que passe, a ser nada passiva no fluxo que quero aqui comigo.
Ainda não me quero somente.
Preciso me contar... dar... destinar.
Aos meus "algos" e egos, novos e enfadonhos( de me cansar) que refletem você, esses tais ai, descarto facilmente.