É quando se ver, que tudo pode
Poder.
O poder nos traz o que pode ser.
Ser o que podemos ser.
Hoje quero esse verbo, pluralmente
E esculpido em paz.
Teço peças das quais, me torno letras ao meio delas.
É contar a mim mesma os novos cenarios do dia-dia.
São as novas árvores ao fundo de tela que me para o tempo para respirar.
E admiro.
O quanto linda você conseguio ser.
Ali parada com seus varios pulsos
Que se pulsaram tão em par, mutuamente.
E assim ando, continuo, mudou.
E planto suas árvores no meu jardim urbano, dia-dia
Quase como sempre é.
sábado, 5 de setembro de 2009
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